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  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta Cortina Lírica com obras de Giacomo Puccini

    Sob a regência do maestro convidado Luis Fernando Malheiro, as duas apresentações homenageiam os 100 anos de morte do compositor italiano. A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) apresenta, nos próximos dias 26 e 27 de junho, às 20 horas, no palco do Sesc Glória, Centro de Vitória, as Séries Pré-estreia e Concertos Sinfônicos, com um programa especial: Giacomo Puccini – 100 anos de morte. A Cortina Lírica contará com a regência de um dos principais nomes da ópera no Brasil, o maestro Luis Fernando Malheiro, além das participações especiais das sopranos Eiko Senda e Laura Duarte, e do tenor Hélenes Lopes e do Coro Vox Victoria. No repertório, foram escolhidos trechos das óperas Suor Angelica, La Bohème, Edgar Gianni Schicchi, Tosca, Cavaradossi, Madama Butterfly e Turandot, todas obras do compositor italiano Giacomo Puccini (1858-1924), que foi um dos grandes expoentes da ópera realista italiana. Suas habilidades no trato da melodia, criando linhas envolventes e dramáticas, aliadas à maneira com que ele retratava as emoções humanas, o tornaram um dos grandes mestres da ópera mundial. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Sesc Glória ou on-line, neste LINK e custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Sobre o maestro Luís Fernando Malheiro é um dos principais nomes da ópera no Brasil, com mais de 60 títulos regidos. É diretor artístico e regente titular da Orquestra Amazonas Filarmônica e do Festival Amazonas de Ópera. Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Regeu as principais orquestras brasileiras e também no Festival de Ópera de La Coruña, Sinfônica de Miami, Sinfônica de Bari, Filarmônica Marchigiana, Ópera Nacional de Sófia, Sinfônica de Porto Rico, Teatro de Bellas Artes do México entre outros. É o único brasileiro a ter regido integralmente “O Anel do Nibelungo”, de Wagner. Sobre as obras Suor Angelica (“Irmã Angélica”) se passa no claustro de um convento. Angélica, nascida em uma família de nobres, teve que entrar para o convento por ter dado à luz a uma criança sendo ainda solteira. Após anos de confinamento, é informada de que seu filho morrera de febre há dois anos. Devastada, cai em prantos. Na ária Senza mamma (“Sem a mamãe”), ela lamenta que seu filho tenha morrido na sua ausência. Tomada por uma visão celestial, ela acredita ouvir seu filho chamando-a para encontrá-lo no paraíso. Nesse momento, Angelica parece ouvir a voz dos anjos implorando por ela à Virgem Maria, no coro “O gloriosa virginum” (“Ó virgem gloriosa”). Em La Bohème , ambientada em Paris, em um cenário de boemia em que diversos artistas jovens e com poucos recursos financeiros buscavam viver a vida despreocupadamente, Puccini habilmente alterna momentos de drama com alegria, risos com lágrimas, contrapondo situações radiantes e apaixonadas com outras de eloquente desespero. Na ária Quando m’en vo soletta per la via (“Quando ando sozinha pela rua”), a sedutora Musetta dirige-se a Marcello, um amor do passado, para demonstrar que ela ainda o ama, sem levantar suspeitas do idoso pretendente que agora a acompanha. Em outra cena, Mimi, vizinha de Rodolfo, bate em sua porta pedindo-lhe para acender a sua vela pois o vento a tinha apagado. Abatida e fraca por conta da tuberculose, Mimi deixa cair a sua chave no chão. Nesse momento a corrente de ar apaga as duas velas. Os dois começam a procurar a chave, até que Rodolfo a encontra e, orientado pela voz e pelos movimentos de Mimi, se aproxima da jovem, tocando-lhe a mão. Che gelida manina (“Que mãozinha gelada!”) exclama Rodolfo. “Deixe-me aquecê-la”, completa. Edgar foi a segunda ópera composta por Puccini e não obteve grande sucesso, ainda que contenha algumas belas passagens musicais. O prelúdio orquestral do terceiro descreve um grande cortejo fúnebre, no qual uma armadura supostamente contendo o corpo de Edgar (que teria morrido em batalha) é conduzida solenemente pelos demais soldados. Gianni Schicchi é uma comédia irônica, em que toda a ação ocorre no quarto de Buoso Donati, aristocrata florentino recentemente falecido. Donati deixou um testamento em que seus bens deveriam ser doados a um mosteiro, o que desperta a ira de seus familiares. Um deles, o jovem Rinuccio, está enamorado da bela Lauretta, filha de Gianni Schicchi, homem de origem camponesa e bastante sagaz. Assim, Rinuccio pede a ajuda de Schicchi para encontrar uma solução para o problema, mas este se recusa por conta do desprezo dos demais familiares do morto (que se consideram de uma classe social superior). Contudo, na ária “O mio babbino caro” (“Ó, meu querido papai!”) Lauretta acaba convencendo o pai. Schicchi, astutamente, vira o esquema contra eles, legando a si mesmo a maior parte da fortuna do morto. Tosca , cuja ação se passa em Roma, no mês de junho de 1800, reúne elementos, como amor, morte e terror, em uma permanente atmosfera tensa. O libertário pintor Mario Cavaradossi, ao retratar Nossa Senhora na capela de uma igreja, imprime nela feições de uma dama loira de olhos azuis que frequentava o lugar para rezar. Na ária Recondita armonia (“Harmonia oculta”), ele compara os traços do retrato com os da mulher que ama, Floria Tosca, célebre cantora morena de olhos negros. Posteriormente, Cavaradossi é preso por suspeita de ter acolhido um prisioneiro político em fuga, mas mesmo sob tortura não delata o amigo. Tosca é então pressionada por um corrupto chefe de polícia, o Barão Scarpia. Transtornada e sem saber o que fazer para salvar o seu amado do fuzilamento, canta a ária Vissi d’arte (“Vivi pela arte”) na qual, começando suavemente e depois com uma apaixonada e comovente explosão de dor, declara que vive a vida em nome da arte e do amor. Madama Butterfly é uma obra trágica cuja personagem principal, Cio-Cio-San (em português: Borboleta), japonesa de quinze anos, é seduzida e abandonada por B.F. Pinkerton, um oficial da marinha norte-americana de passagem pelo Oriente. Emocionalmente destruída, ela vem a se suicidar no final da ópera. O Coro A bocca chiusa (ou seja, com a boca fechada, murmurando) é cantado em um momento de calma, quando Cio-Cio-San, ainda iludida, espera silenciosamente pelo retorno de Pinkerton. Já na ária Un bel di vedremo (“Um belo dia veremos”), após três anos desde que fora abandonada, a adolescente ainda imagina o dia em que o navio de Pinkerton chegará ao porto e por ela será visto da janela da casa em que um dia coabitaram por um curto período, no alto de uma colina, evocando a felicidade de ambos em um sonhado reencontro. Turandot é baseada em um antigo conto sobre uma princesa do Oriente com o coração de pedra, que matava qualquer pretendente que a amasse. Por ser dotada de uma beleza ímpar, ela atraía homens dos mais longínquos países. Para se aproximar dela, o interessado se submetia a três enigmas, a fim de obter a mão da princesa e o trono da China. Caso não conseguisse vencer o desafio, o pretendente era decapitado – o que ocorreu em diversas oportunidades. Calaf, filho de Timur, rei destituído e banido de seu país, decide submeter-se ao teste. Liù, jovem escravizada que ajudou Timur a fugir e que está apaixonada por Calaf, canta a ária Signore, ascolta! (“Senhor, escuta!”) em que faz uma tentativa patética de dissuadi-lo dessa ideia. Porém, Calaf decifra os três enigmas e, vendo o desespero de Turandot, em um gesto de magnanimidade lhe propõe um desafio que anularia a sua vitória. Bastaria que, até o amanhecer, ela descobrisse o seu nome. Turandot ordena que ninguém durma até que seja descoberto o nome do príncipe. Calaf canta a ária Nessun dorma (“Que ninguém durma”) onde manifesta a sua convicção de que apenas ele poderá revelar o seu segredo, quando, à luz do sol, Turandot tornar-se sua. Antes disso, o príncipe desconhecido fora trazido à presença do Imperador e aconselhado a desistir. Após a sua recusa, Turandot, na ária In questa reggia (“Neste reino”) narra a história de sua ancestral que, nesse mesmo palácio, há milhares de anos foi traída por um conquistador estrangeiro que, após saquear a cidade, a levou para um exílio, onde ela veio a morrer de tristeza. Para vingá-la, Turandot instituiu os enigmas. Todavia, ao final da ópera, o coração de Turandot cederá ao amor despertado por um beijo de Calaf. Puccini se definia como um admirador “das pequenas coisas da vida”, que gostava de retratá-las por meio de sua música, desde que fossem verdadeiras, cheias de paixão e humanidade, e que pudessem tocar o coração de quem ouvisse suas obras. Temos a convicção de que o repertório desta Cortina Lírica irá atingir esse objetivo. Sobre os solistas convidados Nascida no Japão, Eiko Senda formou-se como cantora com A. Barandoni, que foi um dos poucos alunos de B. Gigli, e com Tamaki Sakamoto. Sua formação em pedagogia musical e “Ciencia e Arte de Canto” realizou-se na Universidade Mukogawa (Japão). Aperfeiçoou-se com E.Pleehn e especializou-se em Canções Alemãs em Dresden (Alemanha), também tendo trabalhado repertório lírico italiano com Franco Iglesias (Nova York). Canta nos principais teatros do país e da América do Sul, sob a batuta de grandes maestros, assumindo papéis como Cio-Cio-San de Madama Butterfly, Jenny de La Dame Blanche (Boieldieu), Amelia em Un Ballo in Maschera (Verdi), Leonora em La Forza del Destino (Verdi), Desdemona em Otello (Verdi), Alice em Falstaff (Verdi), e Abigaille em Nabucco (Verdi). Laura Duarte é mestra em Música pela UNICAMP, formada pelos programas de Ópera Estúdio da EMESP e do Theatro Municipal de São Paulo. Seu repertório operístico inclui a Carmina Burana de C. Orff, O Morcego (J Strauss), Les Plaisirs de Versallies (M. A. Charpentier), Il Viaggio a Reims (G. Rossini), além de vasto repertório de concerto e música de câmara. Em 2015 interpretou Louisa em “As bodas no Monastério”, do Russo S. Prokofiev, no Theatro São Pedro, sob direção de André dos Santos e Bruno Berger-Gorski. Em 2017 cantou as Bachianas Brasileiras n° 5 de Villa-Lobos com a OSM, sob direção de Roberto Minczuk, e interpretou a primeira dama na montagem da ópera A Flauta Mágica sob direção cênica de André Heller Lopes, ambos no Theatro Municipal de SP. Em 2018 foi vencedora do segundo prêmio feminino no concurso “Festival Callas” em São Paulo. Entre 2018 e 2019 foi swing no musical O Fantasma da Ópera. Hélenes Lopes é um tenor de destaque na cena lírica nacional, foi vencedor do 1° Lugar Masculino no Concurso Internacional de Canto de Goiânia, interpretou Edgardo em “Lucia di Lammermoor” (Donizetti), Alfredo Germont em “La Traviata” (Verdi), Rodolfo em “La Bohème” (Puccini), Pinkerton e Goro em “Madame Butterfly” (Puccini), Don José em “Carmen” (Bizet) e Canio em “Pagliacci” (Leoncavallo), Le Berger em “Oedipus Rex” (Stravinsky), Don Alvaro em “Il Guarany” (Carlos Gomes) em Assunção – Paraguai e Ferrando em “Cosi Fan Tutte” (Mozart). Foi solista na “Messa da Requiem” (Verdi), “Cristo no Monte das Oliveiras” (Beethoven) “9ª Sinfonia” (Beethoven) e “Te Deum” (Bruckner), além de concertos com diversas orquestras do Brasil. Integrantes do Coro Vox Victoria 2024 SOPRANOS Erica Brasil, Sarah Vargas , Ingride Miranda, Jordana Caetano, Conceição Milanez, Patricia Coutinho , Luana Shaeffer, Roberta Ribeiro, Van Borges, Claudete Sarmento, Juliana Gomes. CONTRALTOS Ida Borchardt, Dâmaris Lorenzoni, Sâmela Rocha, Délita Meireles, Virgínia Lacerda, Christiane Aguiar, Ana Paula Chiengue, Estela Roldi. TENORES Eduardo Rodrigues, Dalmo Amorim, Cassio de Oliveira, Jônatas Misael, Max Michel, Roberto Viana, Hiago Sousa. BAIXOS Lucas Storch, Emyr Apolônio, Raphael Piccinini, Pedro Miranda, Laudemi Brito. Pianista: Ramon Lorete | Preparador Vocal: Max Michel e Luana Shaeffer | Regência: Sanny Souza Serviço: Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo - Oses Luiz Fernando Malheiro, regente Eiko Senda, soprano; Laura Duarte, soprano e Hélenes Lopes, Tenor, solistas Participação especial: Coro Vox Victoria (Reg. Sanny Souza) Série Pré Estreia e Concertos Sinfônicos Com Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 26 e 27 de junho (quarta e quinta) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Centro de Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 comunicacao.coes@gmail.com Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Secult Tati Beling / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli / Matheus Carneiro Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do ES se apresenta neste domingo (09) no Parque Botânico da Vale, com concerto gratuito

    Concerto com repertório voltado para o público infantil faz parte da série “Sinfônica no Parque” A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) vai apresentar uma programação especial pensada para os pequenos neste domingo (09), a partir das 11h. Em mais um concerto gratuito e ao ar livre da “Série Sinfônica no Parque”, o Parque Botânico da Vale, em Jardim Camburi, será o palco da apresentação, que conta com a regência do maestro Helder Trefzger. Com um repertório recheado de clássicos como “Fazendinha”, “Fundo do Mar” e “A Baratinha”, cantadas na voz de Elaine Augusta, o destaque do concerto é a obra “Guia Orquestral Brasileiro”, de Arthur Barbosa. Conheça o repertório Assim como o Guia Orquestral para a Juventude, de Benjamin Britten, o Guia Orquestral Brasileiro, do compositor Arthur Barbosa, apresenta os instrumentos da orquestra, porém utilizando ritmos brasileiros, facilitando a comunicação com as crianças e os jovens, tornando a obra mais leve e divertida. Além disso, Arthur Barbosa, ao citar no seu Guia Orquestral Brasileiro algumas obras de compositores consagrados, demonstra, de maneira lúdica, como a música tem sido usada como forma de comunicação, inclusive para expressar sentimentos. Ele também explica o surgimento dos músicos, da orquestra e do maestro, ressaltando os diferentes papéis que exercem, para juntos promoverem a magia da música. Ainda no repertório, canções infantis ganham arranjo sinfônico de Leonardo Cunha e solo de Elaine Augusta para reforçar a conexão das crianças com a orquestra e encerrar esse programa especialmente dedicado a elas. Série Sinfônica no Parque | Voltado para o público infantil 09 de junho, às 11h Parque Botânico da Vale Av. dos Expedicionários - Jardim Camburi, Vitória - ES. Entrada gratuita Orquestra Sinfônica do Espírito Santo - OSES Participação especial: Elaine Augusta, cantora e atriz Helder Trefzger, regente Repertório: Arthur Barbosa: Guia Orquestral Brasileiro. Leonardo Cunha: Medley infantil (Fazendinha, Fundo do Mar, A Baratinha). Assessoria de Comunicação da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Instagram: @orquestrasinfonicaes Site: oses.art.br

  • Sinfônica do Espírito Santo: série ‘Orquestra nas Escolas’ abre nova temporada de apresentações

    Maratona de apresentações didáticas vai passar por 20 escolas da Grande Vitória nesta primeira etapa do projeto. A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses), em parceria com a Secretaria da Educação (Sedu), vai realizar mais uma temporada de apresentações didáticas em escolas de bairros com alto índice de vulnerabilidade social, que fazem parte do eixo social do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, do Governo do Estado. Nesta primeira etapa da série “Orquestra nas Escolas”, a Oses fará 20 apresentações no total, em duas escolas por dia, no período da manhã. Em novembro, a série retorna, atendendo a mais dez escolas. As primeiras apresentações acontecem a partir do dia 3 de junho, às 10 horas, em Vila Velha, nas escolas CEEFTI Galdino Antônio Vieira e EEEM Ormanda Gonçalves. Confira a agenda de apresentações no final da matéria. A temporada de concertos passará também por escolas da Serra, de Cariacica e Vitória, com apresentações nas quadras de esportes das unidades escolares, seguindo um formato interativo e didático. Inicialmente, músicos e maestro apresentam seus instrumentos individualmente ou em pequenos grupos, propiciando aos estudantes a percepção de cada fonte sonora de forma destacada. “A perspectiva da Oses é estimular a formação de público para a música erudita. Por isso, a opção pelo formato do concerto didático, que estabelece uma dinâmica interativa com a plateia e funciona como uma aula descontraída sobre o funcionamento da orquestra”, afirmou o maestro Helder Trefzger. Durante a apresentação, são executadas músicas de compositores clássicos, temas de filmes e melodias conhecidas. Além de comentar sobre as obras apresentadas, o maestro também explica os instrumentos que fazem parte da orquestra e, dessa forma, desperta nos ouvintes o interesse pelo aprendizado musical. Confira o repertório: Gioachino Rossini: Guilherme Tell (final) Pyotr Ilyich Tchaikovsky: Valsa, do ballet A Bela Adormecida Danny Elfman, arr. Guilherme Mannis: The Simpsons Koji Kondo: Abertura Temas de Super Mário Bros John Williams: Star Wars, Marcha Imperial Ary Barroso, arr. Antônio Paulo Filho: Na Baixa do Sapateiro Confira a agenda de apresentações: 03 de junho, às 10h: CEEFTI Galdino Antônio Vieira Rua Paulo Neves, S/n - Santa Rita - Vila Velha EEEM Ormanda Gonçalves Rua Thadeu Rauta, S/n - Cobilândia - Vila Velha 04 de junho, às 10h: EEEFM Agenor de Souza Lé R. Alan Kardec, S/Nº - Divino Espírito Santo - Vila Velha EEEFM Luiz Manoel Vellozo Rua Mourisco, S/n - Glória - Vila Velha 05 de junho, às 10h: EEEFM Benício Gonçalves Avenida Gabriel da Palha, s/n - Vale Encantado - Vila Velha EEEFM Terra Vermelha Rua S/n - Terra Vermelha - Vila Velha 06 de junho, às 10h: CEEFMTI Pastor Oliveira de Araújo Avenida Otávio Borin, s/n - Cobilândia - Vila Velha EEEFM Dr José Moyses Rua Rio Itapemirim, S/n - Santa Catarina - Cariacica 07 de junho, às 10h: EEEFM Alzira Ramos Rua Principal, S/n - Rio Marinho - Cariacica EEEFM Profª Maria de Lourdes Santos Silva Rua Antônio Silvério Dias, S/n - Alto Laje - Cariacica 10 de junho, às 10h: EEEFM Ana Lopes Balestrero Rua Lourival de Almeida, 32 - Flexal - Cariacica EEEF Stellita Ramos Rua Silvano Ferreira, S/n - Porto Novo - Cariacica 11 de junho, às 10h: EEEFM Saturnino Rangel Mauro Rua Sessenta e um, 58 - Qd 76, Nova Rosa da Penha I - Cariacica EEEFM Ary Parreiras R. Fundão, Sn - Vila  Capixaba - Cariacica 12 de junho, às 10h: EEEFM José Rodrigues Coutinho Av. São Paulo, 696 - Santo Antônio - Cariacica EEEFM Theodomiro Ribeiro Coelho Av. José, 355 - Novo Horizonte - Cariacica 13 de junho, às 10h: EEEFM Prof. Joaquim Barbosa Quitiba R. Clarício Alves Ribeiro, 138 - Itanguá - Cariacica EEEFM Major Alfredo Pedro Rabayolli Av. Dário Lourenço de Souza, 752 - Mario Cypreste - Vitória 14 de junho, às 10h: EEEFM Elza Lemos Andreatta Rua Amadeu Muniz Correia, S/n - Ilha das Caieiras - Vitória EEEFM Aflordizio Carvalho da Silva Rua Rubens Bley, 100 - Bairro da Penha - Vitória Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli (27) 3636-7111 / (27) 99753-7583 / (27) 99902-1627 secultjornalismo@gmail.com  / comunicacao@secult.es.gov.br Assessoria de Comunicação da Oses Erika Antônia Piskac (27) 99283-1081 comunicacao.coes@gmail.com Instagram: @sinfonicaes

  • Sinfônica do ES realiza concerto da Série Famílias, com repertório de clássico dos desenhos animados

    A apresentação acontece no palco do Teatro Sesc Glória, no Centro de Vitória. As trilhas sonoras clássicas de desenhos animados serão interpretadas pela Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) no dia 26 de maio (domingo), às 11h, no palco do teatro Sesc Glória, em Vitória. Sob a regência do maestro assistente Sanny Souza, a apresentação faz parte da Série Famílias, com um programa voltado para as crianças, para a formação de plateia e para aproximar as famílias do universo orquestral. No repertório, arranjos de temas imortalizados pelos desenhos animados, como Pinóquio,  Pocahontas, A Bela e a Fera, Branca de Neve e os Sete Anões e A Pequena Sereia, dentre outros, em versões de arranjadores consagrados, como Calvin Kuster e Bob Krogstad, além daqueles elaborados pelos ex-integrantes da Oses, Antônio Paulo Filho e do maestro Modesto Flávio. Os ingressos em breve estarão à venda na bilheteria do Sesc Glória e também pela internet, neste LINK, e custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Sobre a série Na Série Famílias, as crianças são as protagonistas. Com apresentações nas manhãs de domingo, os concertos contam com um repertório sempre pensado para o público infantil. Mostrando que a música clássica pode e merece ser ouvida desde a primeira infância. Sobre o maestro Sanny Souza é o atual maestro assistente da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo. Em sua formação destaca-se o mestrado em Educação Musical pela Campbellsville University (Kentucky - Estados Unidos) e bacharelado em Música pela UNIRIO. Além de atuar por 38 anos como violoncelista Oses e como como professor de violoncelo da FAMES, foi o primeiro regente e diretor musical do Coro Sinfônico da FAMES, funções que atualmente exerce no Coro Vox Victoria. Em sua trajetória como maestro, já regeu o Coro da Petrobras UN – ES; FAMES JAZZ Sinfônica e FAMES JAZZ Band e Orquestra Vale Música. Já se apresentou na Europa e Estados Unidos, sendo uma delas no Carnegie Hall (NYC – USA). A realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santos (Oses), a Secretaria da Cultura (Secult) e o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale e parceria da Fecomercio/Sesc. Repertório: Pinóquio: Leigh Harline, arr. Modesto Flávio: When you wish upon a star. Hércules: Alan Menken, arr. Antônio Paulo Filho: Go to distance. Pocahontas: Alan Menken, arr. Antônio Paulo Filho: Pocahontas. A Bela e a Fera: Alan Menken, arr. Calvin Kuster: A bela e a fera. Tangled: Alan Menken, arr. Joseph Perkins: I see the light. Up: Michael Giacchino: Married life. A Pequena Sereia: Howard Ashman, arr. David Schubert: Under the sea. Frozen: Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, arr. Bob Krogstad: Do you want to build a Snowman? Branca de Neve e os Sete Anões: Frank Churchill, arr. Modesto Flávio: Marcha dos anões Serviço: Série Famílias Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 26 de maio (domingo) Horário: às 11h Local: Sesc Glória, Av. Jerônimo Monteiro, 428, Centro, Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta repertório com obras de Richard Strauss, Augusta Holmès e Samuel Coleridge-Taylor

    As duas apresentações acontecem no palco do Sesc Glória, Centro de Vitória, sob a regência do maestro Helder Trefgzer. Sob a regência do maestro Helder Trefgzer, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) apresenta nos dias 22 e 23 de maio, às 20h, no palco do Sesc Glória, suas tradicionais séries Pré-Estreia e Concertos Sinfônicos, com as obras “La Nuit et l'amour”, de Augusta Holmès, “The Bamboula, Rhapsodic Dance for Orchestra, Op. 75”, de Samuel Coleridge-Taylor, e “Till Eulenspiegel lustige Streiche, Op. 28” e a suíte “O Cavaleiro da Rosa”, de Richard Strauss. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Sesc Glória ou on-line, neste LINK e custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). A realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), Orquestra Sinfônica do Espírito Santos (Oses), Secretaria da Cultura (Secult) e Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale e parceria da Fecomercio/Sesc. Repertório Augusta Holmès (1847-1903) foi uma compositora que desafiou as convenções sociais do século XIX e enfrentou obstáculos por ser mulher. Participou de causas feministas e políticas ao longo de sua existência, tendo ainda escrito artigos defendendo a igualdade de gênero na sociedade. “Le Nuit et l’amour” é um interlúdio orquestral de Ludus pro patria, que estreou em 1888, em Paris. Samuel Coleridge-Taylor (1875-1912), nascido em Londres, filho de mãe inglesa e pai de Serra Leoa, África, foi maestro e compositor, tendo alcançado notável popularidade em sua época. Grande parte da sua música procurou integrar as tradições africanas com a música clássica ocidental. “Bamboula” é o nome de um tambor e também de uma dança típica dos povos africanos escravizados, disseminada na América e no Caribe. As obras do compositor Richard Strauss (1864-1949), um dos expoentes do romantismo tardio alemão, escritas na virada do século XX, levaram o pós-romantismo ao extremo e anteciparam as inovações do modernismo. “Till Eulenspiegel lustige streiche” (As alegres travessuras de Till Eulenspiegel), obra escrita entre 1894/1895, foi inspirada em um personagem que remonta à Idade Média, uma espécie de Pedro Malazarte europeu, astuto, cínico, enganador, sem escrúpulos e sem remorsos. “O Cavaleiro da Rosa” é uma ópera cômica estreada em 1911 e que pode ser considerada um tributo de Strauss a Mozart, já que faz alusão à ópera “As bodas de Fígaro”. A música amalgama o estilo refinado de Strauss com a leveza mozartiana. A suíte de valsas de “O Cavaleiro da Rosa op. 59” foi escrita entre 1934 e 1944 e reúne alguns dos trechos da ópera. Serviço: Séries Pré-estreia e Concertos Sinfônicos Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 22/05 (quarta-feira) e 23/05 (quinta-feira) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Av. Jerônimo Monteiro, 428, Centro, Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do Espírito Santo recebe maestro João Rocha para reger “Choros 6”, de Heitor Villa-Lobos

    O repertório das duas apresentações, que acontecem nos dias 7 e 8 de maio, no Sesc Glória, em Vitória, inclui ainda obras compostas por Clarice Assad e pelo próprio regente convidado. Na próxima semana, em Vitória, o Sesc Glória recebe a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses), para dois concertos das séries Terça e Quarta Clássicas, sob regência do maestro João Rocha. As apresentações acontecem na terça-feira (07) e quarta-feira (08), às 20h, com obras de três compositores brasileiros: Heitor Villa-Lobos, com “Choros 6”; Clarice Assad, com “Suite for Lower Strings”; e o próprio regente convidado, com “Sinfonietta Concertante”. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Sesc Glória e também pela internet, neste LINK, e custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). A realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santos (Oses), a Secretaria da Cultura (Secult) e o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale e parceria da Fecomercio/Sesc. Repertório “Suite for Lower Strings” (2009), de Clarice Assad, é uma fantasia em cinco movimentos sobre temas conhecidos de Johann Sebastian Bach. A obra enfatiza as vozes mais graves da seção de cordas, como viola, violoncelo e baixo. Normalmente, na música barroca, a melodia é dada aos instrumentos mais agudos – mas a suíte, encomendada pela New Century Chamber Orchestra, foi especificamente encarregada de mostrar os instrumentos graves, muitas vezes subutilizados. Cada um dos movimentos curtos da suíte apresenta melodias populares e reconhecíveis de Bach, muitas vezes variando-as e combinando-as com elementos de estilos do século XX. Em 2021, o maestro João Rocha (1983) compôs “Sinfonietta Concertante” em homenagem ao Mês da Consciência Negra, para a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (Osusp), celebrando os compositores negros brasileiros. A obra faz referência a importantes nomes da música, como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Carlos Gomes e Cartola, entre outros. Heitor Villa-Lobos (1887-1959) escreveu os “Choros 6” em 1926. Segundo ele próprio, “o clima, a cor, a temperatura, a luz, os pios dos pássaros, o perfume do capim melado entre as capoeiras e todos os elementos da natureza do sertão serviram de motivos de inspiração para esta obra que, no entanto, não representa nenhum aspecto objetivo nem tem sabor descritivo”. Villa-Lobos filtra e recria todo esse material, a partir de elementos da música tradicional, da música popular brasileira, de fontes europeias ou até mesmo de composições próprias, para criar uma nova obra. Nessa composições, percebe-se o seu olhar para o passado, para as raízes folclóricas brasileiras, ao mesmo tempo que dialoga com o presente e acena para o futuro. Regente João Rocha vem se consolidando como um dos mais versáteis e ativos maestros e compositores de sua geração. Em performances, mostra seu domínio da partitura, sua sofisticação musical e seu profundo conhecimento do som da orquestra. Rocha vem se apresentando à frente de orquestras como a Orquestra de Câmara de Curitiba e a Orquestra Vortz, esta formada por uma seleção dos mais destacados instrumentistas de orquestra do Brasil, tendo entre os seus integrantes membros da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Filarmônica de Minas Gerais, Orquestras Sinfônicas Municipais de São Paulo, de Porto Alegre e da Bahia, entre outras. Em seus concertos, além de reger obras do repertório tradicional, também rege as estreias de suas próprias composições. Serviço: Série Terça e Quarta Clássicas Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 07/05 (terça-feira) e 0805 (quarta-feira) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Av. Jerônimo Monteiro, 428, Centro, Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Informações à Imprensa:Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta concerto voltado para o público infantil, em Colatina

    A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) vai apresentar  uma programação especial pensada para os pequenos. Em mais um concerto da “Série ES”, desta vez em Colatina, a Oses desembarca no município no dia 30 de abril, às 17h30, na quadra do Sesc Colatina, com entrada gratuita. Com um repertório recheado de clássicos como “Fazendinha”, “Fundo do Mar” e “A Baratinha”, cantadas na voz de Elaine Augusta, além da obra “Guia Orquestral Brasileiro”, de Arthur Barbosa. Conheça o repertório Assim como o Guia Orquestral para a Juventude, de Benjamin Britten, o Guia Orquestral Brasileiro, do compositor Arthur Barbosa, apresenta os instrumentos da orquestra, porém utilizando ritmos brasileiros, facilitando a comunicação com as crianças e os jovens, tornando a obra mais leve e divertida. Além disso, Arthur Barbosa, ao citar no seu Guia Orquestral Brasileiro algumas obras de compositores consagrados, demonstra, de maneira lúdica, como a música tem sido usada como forma de comunicação, inclusive para expressar sentimentos. Ele também explica o surgimento dos músicos, da orquestra e do maestro, ressaltando os diferentes papéis que exercem, para juntos promoverem a magia da música. Ainda no repertório, canções infantis ganham arranjo sinfônico de Leonardo Cunha e solo de Elaine Augusta para reforçar a conexão das crianças com a orquestra e encerrar esse programa especialmente dedicado a elas. _Série ES: Colatina - Voltado para o público infantil 30 de abril, às 1730h Sesc Colatina Rua Clothildes Guimarães Tozzi, 100 - Centro Orquestra Sinfônica do Espírito Santo - OSES Participação especial: Elaine Augusta, cantora e atriz Helder Trefzger, regente Repertório: Arthur Barbosa: Guia Orquestral Brasileiro. Leonardo Cunha: Medley infantil (Fazendinha, Fundo do Mar, A Baratinha). Entrada franca Assessoria de Comunicação da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Instagram: @orquestrasinfonicaes Site: oses.art.br

  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta Sinfonia Titan, de Gustav Mahler, nos dias 17 e 18 de abril 

    Os dois concertos acontecem no Sesc Glória, com direito a mais uma apresentação itinerante, no dia 20 de abril, marcando a estreia da Série Interestadual em Minas  Gerais. A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) apresenta nos dias 17 e 18 de abril, às 20h, no palco do Sesc Glória, suas tradicionais séries Pré-estreia e Concertos Sinfônicos, com a apresentação da grandiosa Sinfonia Titan, de Gustav Mahler, além da obra “Fragmentos Mahlerianos”, do compositor capixaba Marcelo Rauta, sob a regência do maestro Helder Trefzger. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Sesc Glória ou on-line, neste LINK e custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). O mesmo repertório será apresentado na estreia da Série Interestadual desembarcando no Estado de Minas Gerais, mais precisamente na Sala Minas Gerais, um espaço de escuta sensível, capaz de ampliar ainda mais a experiência musical. A apresentação itinerante acontecerá no dia 20 de abril, às 20h, com ingressos a preços populares. A realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), Orquestra Sinfônica do Espírito Santos (Oses), Secretaria da Cultura (Secult) e Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale e parceria da Fecomercio/Sesc. Conheça o repertório Ao escrever “Fragmentos Mahlerianos”, o compositor capixaba Marcelo Rauta (1981) propôs uma síntese da “Sinfonia n.º 1”, de Mahler, a partir de partículas dos quatro movimentos, recriadas por ele de maneira original, imprimindo o seu estilo em um diálogo entre presente e passado. A música foi um veículo utilizado por Gustav Mahler (1860-1911) para resolver questões pessoais que o perseguiram ao longo da vida. Uma delas foi a obsessão para encontrar o sentido da existência, algo que ele sempre buscou. Gustav Mahler escreveu a sua primeira sinfonia entre 1885 e 1888. O título inicial era “Titan”, poema sinfônico em forma de sinfonia. Após algumas revisões, Mahler suprimiu esse título, que fazia referência a um romance de Johann Richter, que retrata a vida de um herói cuja única arma é uma excepcional força de exaltação, imaginação e sonhos puros. Mahler reconheceu como suas as aspirações desse herói. Segundo ele, a narrativa da sinfonia descreve “um homem forte e heroico, sua vida e sofrimentos, suas batalhas e derrotas nas mãos do Destino”. No final, o herói é exposto aos mais temíveis combates e a todas as tristezas do mundo. Após os percalços preparados pelo Destino, o herói triunfa sobre a morte – temas do primeiro movimento trazem as memórias gloriosas da juventude e um grande e majestoso coral proclama definitivamente o seu êxito. O maestro Helder Trefzger atua há mais de 30 anos como maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses). Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e na Universidade de Brasília (UnB). Teve aulas complementares com professores do Conservatório de Moscou (Rússia), Manhattan School of Music (Estados Unidos) e Arts Academy - Istituzione Sinfonica di Roma (Itália). Mestre em Música (Regência – Práticas Interpretativas), já dirigiu, como maestro convidado, algumas das principais orquestras brasileiras e várias do exterior, em países como Itália, Portugal, Polônia, México e Chile. Serviço: Série Pré Estreia e Concertos Sinfônicos Com Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 17 e 18 de abril (quarta e quinta) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Centro de Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Repertório: “Fragmentos Mahlerianos”, de Marcelo Rauta ●      Allegretto “Sinfonia nº 1”, de Gustav Mahler ●      Langsam, Schleppend ●      Kräftig bewegt, doch nicht zu schnell ●      Feierlich und gemessen, ohne zu schleppen ●      Stürmisch bewegt Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 comunicacao.coes@gmail.com

  • Orquestra Sinfônica do Espírito Santo se apresenta pela primeira vez na Sala Minas Gerais 

    Com obras do compositor capixaba Marcelo Rauta e do tcheco-austríaco Gustav Mahler, o concerto itinerante acontece dia 20 de abril, marcando a estreia da Série Interestadual. Com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) estreia sua Série Interestadual desembarcando no Estado de Minas Gerais, mais precisamente na Sala Minas Gerais, um espaço de escuta sensível, capaz de ampliar ainda mais a experiência musical. Sob a regência do maestro Helder Trefzger, a apresentação itinerante acontecerá no dia 20 de abril, às 20h, com ingressos a preços populares: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Compre seu ingresso antecipado pelo Sympla AQUI. No repertório, a Oses interpreta a obra “Fragmentos Mahlerianos”, do compositor capixaba Marcelo Rauta, que propõe um olhar atual sobre a grandiosa “Sinfonia n.º 1” do tcheco-austríaco Gustav Mahler – que será executada em sequência nesse mesmo concerto. Segundo o maestro Helder Trefzger, a orquestra vive uma nova fase em sua história, com uma gestão mais moderna e eficaz, que possibilita alcançar novos patamares de qualidade, em sua incessante busca por excelência artística. “Com um público já consolidado no Espírito Santo, novos desafios agora se descortinam. Com o importante apoio do Instituto Cultural Vale, a Série Interestadual se torna uma realidade que muito nos incentiva. A Sala Minas Gerais é uma das referências nessa área e estamos felizes e empenhados em fazer o nosso melhor, levando ao publico música de qualidade”, afirma. A realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), Orquestra Sinfônica do Espírito Santos (Oses), Secretaria da Cultura (Secult) e Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio ouro do Instituto Cultural Vale e parceria da Fecomercio/Sesc. Conheça o repertório Ao escrever “Fragmentos Mahlerianos”, o compositor capixaba Marcelo Rauta (1981) propôs uma síntese da “Sinfonia n.º 1”, de Mahler, a partir de partículas dos quatro movimentos, recriadas por ele de maneira original, imprimindo o seu estilo em um diálogo entre presente e passado. A música foi um veículo utilizado por Gustav Mahler (1860-1911) para resolver questões pessoais que o perseguiram ao longo da vida. Uma delas foi a obsessão para encontrar o sentido da existência, algo que ele sempre buscou. Gustav Mahler escreveu a sua primeira sinfonia entre 1885 e 1888. O título inicial era “Titan”, poema sinfônico em forma de sinfonia. Após algumas revisões, Mahler suprimiu esse título, que fazia referência a um romance de Johann Richter, que retrata a vida de um herói cuja única arma é uma excepcional força de exaltação, imaginação e sonhos puros. Mahler reconheceu como suas as aspirações desse herói. Segundo ele, a narrativa da sinfonia descreve “um homem forte e heroico, sua vida e sofrimentos, suas batalhas e derrotas nas mãos do Destino”. No final, o herói é exposto aos mais temíveis combates e a todas as tristezas do mundo. Após os percalços preparados pelo Destino, o herói triunfa sobre a morte – temas do primeiro movimento trazem as memórias gloriosas da juventude e um grande e majestoso coral proclama definitivamente o seu êxito. O maestro Helder Trefzger atua há mais de 30 anos como maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses). Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e na Universidade de Brasília (UnB). Teve aulas complementares com professores do Conservatório de Moscou (Rússia), Manhattan School of Music (Estados Unidos) e Arts Academy - Istituzione Sinfonica di Roma (Itália). Mestre em Música (Regência – Práticas Interpretativas), já dirigiu, como maestro convidado, algumas das principais orquestras brasileiras e várias do exterior, em países como Itália, Portugal, Polônia, México e Chile. Orquestra Sinfônica do Espírito Santo Considerada uma das mais relevantes organizações culturais do Espírito Santo, a Oses teve sua origem, a partir de 1977, na Orquestra de Câmara do Espírito Santo. Formada por músicos da Banda de Música da Polícia Militar e por professores e alunos da Escola de Música do Espírito Santo (atual Faculdade de Música do Espírito Santo), a orquestra reunia nomes de destaque, como o casal Alceu e Vera Camargo, pioneiros na formação de músicos de cordas. Após um breve período como orquestra clássica, tornou-se filarmônica, até se firmar como Orquestra Sinfônica do Espírito Santo. Ao longo de suas mais de quatro décadas de atividades, passaram por ela os maestros Victor Marques Diniz, Jaceguay Lins, Wenceslau Moreira, Mário Candiani, Leonardo Bruno e, desde 1992, Helder Trefzger. Também atuaram como assistentes os maestros Modesto Flávio, Leonardo David, e, atualmente, Sanny Souza. Atualmente, a Companhia de Ópera do Espírito Santo (Coes), organização social sem fins lucrativos, é a instituição gestora da Oses, que permanece como corpo artístico público, mantida com recursos diretos do Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e de Leis de Incentivo. Serviço: Série Interestadual Com Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) Quando: 20/04 (sábado) Horário: às 20h Local: Sala Minas Gerais, Rua Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto, Belo Horizonte Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) Repertório: “Fragmentos Mahlerianos”, de Marcelo Rauta ●      Allegretto “Sinfonia nº 1”, de Gustav Mahler ●      Langsam, Schleppend ●      Kräftig bewegt, doch nicht zu schnell ●      Feierlich und gemessen, ohne zu schleppen ●      Stürmisch bewegt Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta ‘Concerto para dois pianos e orquestra’

    Sob regência do maestro Sanny Souza, as duas apresentações contam com a presença dos pianistas convidados Linda Bustani e William Lizardo. Os ingressos já estão à venda. A Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) apresenta, nos dias 5 e 6 de abril, um repertório pianístico com  a obra “Concerto para dois pianos e orquestra em ré menor”, de Francis Poulenc, além da “Suite Vila Rica”, de Mozart Camargo Guarnieri, e “Em Memória”, de Silvia de Lucca. Sob regência do maestro adjunto, Sanny Souza, a orquestra receberá os pianistas convidados Linda Bustani e William Lizardo no palco do Sesc Glória, no Centro de Vitória. À venda na bilheteria do Sesc Glória e também on-line, os ingressos custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Compre aqui. Com patrocínio do Instituto Cultural Vale, viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura (MinC), o espetáculo é uma realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), da Oses e da Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com a Fecomércio e o Sesc. Repertório Escrita em 1993, pela compositora Silvia de Lucca (1960), “Em Memória” apresenta em sua primeira parte a proposta de uma marcha fúnebre estilizada, de meditação sonora reticente e fragmentada sobre as sensações, impressões e significados da subjacente dor, incluindo menções ao conhecido tema “Dies Irae” (Dia de Ira), do famoso hino latim do século XIII. “Em contraste, porém sem perder a dramaticidade, a segunda parte se dinamiza para simbolizar a morte como uma heroica e determinada passagem para outra dimensão, em múltiplas maneiras que deem conta de representar uma transformação tanto concreta como etérea”, afirma a compositora. “Concerto para dois pianos e orquestra em ré menor” foi escrito em 1932 por Francis Poulenc (1899-1963). O autor acreditava ter atingido sua maturidade com essa obra, que evidencia influências de compositores de sua época e que o antecederam. Isso se verifica no andante, nitidamente mozartiano, e nos demais movimentos, com a presença de Stravinsky, pela força rítmica, e de Rachmaninov, pelo lirismo. Além disso, o compositor volta o seu olhar para o jazz, finalizando o concerto com grande virtuosismo pianístico. Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993) escreveu “Suíte Vila Rica” em 1957, a partir da trilha sonora que compôs para o filme “Rebelião em Vila Rica” (1958). É perceptível a busca de Guarnieri por elementos rítmicos e melódicos ligados à identidade brasileira, presentes em modinhas, toadas, cantigas infantis, rodas das violas caipiras e danças de origem africana. Composta por dez movimentos, a suíte pontua as diversas cenas do filme. Os solistas Willian Lizardo é bacharel em Música pela Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) e mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao longo de sua formação, foi orientado por nomes importantes do piano brasileiro e atualmente recebe intensa mentoria artística da prestigiada pianista Linda Bustani. Apresentou-se em diversas salas de concerto, como solista e também como camerista. Foi premiado nos concursos Villa-Lobos e Souza Lima. Em 2021, recebeu o prêmio “Melhor Intérprete de Alberto Nepomuceno” no 1° Concurso Internacional do EIPOC, de Portugal, e, em 2023, conquistou o primeiro lugar na categoria concerto no 3° Concurso GruPiano da Orquestra Sinfônica de Guarulhos, São Paulo, interpretando o “Concerto para piano e orquestra op. 11”, de Frédéric Chopin. Linda Bustani é uma das mais destacadas pianistas da história do piano brasileiro. Seu repertório é composto por mais de 40 concertos para piano e orquestra, além de uma extensa lista de obras camerísticas e, naturalmente, para piano solo. Nascida em Rondônia, mudou-se ainda criança para o Rio de Janeiro, onde foi uma brilhante aluna de Arnaldo Estrella e de Antônio Guedes Barbosa. Premiada aos 15 anos no Concurso Internacional Vianna da Mota, em Lisboa, Portugal, foi convidada por Iakov Zak para trabalhar sob sua orientação no Conservatório Tchaikovsky de Moscou, Rússia, onde também foi aluna de Elisso Virsaladze. Ganhou prêmios em competições internacionais no Rio de Janeiro e em Bratislava, Eslováquia. Contudo, foi sua aclamada participação, em 1974, no Concurso Internacional de Leeds, Inglaterra, que lançou sua carreira internacional. Maestro Sanny Souza é o atual maestro assistente da Oses. Bacharel em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), tem o mestrado em Educação Musical pela Campbellsville University, nos Estados Unidos. Como professor de violoncelo da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), foi o primeiro regente e diretor musical do Coro Sinfônico da Fames, funções que atualmente exerce no Coro Vox Victoria. Em sua trajetória como maestro, já regeu o Coro da Petrobras UN/ES, Fames Jazz Sinfônica, Fames Jazz Band e Orquestra Vale Música. Já se apresentou na Europa e nos Estados Unidos, no Carnegie Hall, em Nova Iorque. Repertório: “Em Memória”, de Silvia de Lucca “Concerto para dois pianos e orquestra em ré menor”, de Francis Poulenc “Suíte Vila Rica”, de Camargo Guarnieri Serviço: Orquestra Sinfônica do Espírito Santo Quando: 05/04 (sexta-feira) e 06/04 (sábado) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Av. Jerônimo Monteiro, 428, Centro de Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível) Mais informações: (27) 3232-4750 Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac Nalin (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 e-mail: comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

  • Sinfônica do ES apresenta concerto gratuito de trilhas sonoras de cinema 

    Apresentação acontece no Parque Botânico da Vale, em Jardim Camburi, com entrada franca Para os amantes das trilhas sonoras clássicas da sétima arte, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) apresenta mais um concerto da série Sinfônica no Parque, desta vez, com o tema: “Cinema Especial: Trilhas de Cinema”. O concerto temático acontece neste domingo (24/03), às 11h, ao ar livre, dentro do Parque Botânico da Vale. A entrada é gratuita. Sob a regência do maestro adjunto Sanny Souza, os músicos apresentarão trilhas sonoras do cinema, desde os filmes clássicos “E.T”. – O Extraterrestre”, “Tubarão”, “Super Homem”, “O Patriota”, “Jurassic Park” e “Star Wars”, do compositor norte-americano John Williams. Repertório: Alfred Newman: Fanfarra Fox; Nino Rota: La papa col pomodoro, Il Padrino, 8 e ½, Romeo & Juliet, Amarcord (Omaggio a Nino Rota); Ennio Moricone: Cinema Paradiso. Música -  arr. Helder Trefzger; Max Steiner: E o vento levou -  arr. Helder Trefzger; John Williams: Tubarão; John Williams: ET; John Williams: Jurassic Park; John Williams: Star Wars, Tema Principal; Regência: Sanny Souza Serviço: Série Sinfônica no Parque: Cinema Especial: Trilhas de filme Quando: 24 de março Horário: às 11h Local: Parque Botânico da Vale - Av. dos Expedicionários - Jardim Camburi, Vitória - ES, Brasil Entrada gratuita Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 comunicacao.coes@gmail.com

  • Sinfônica do Espírito Santo apresenta composição inspirada no mito do alquimista Hermes Trismegisto

    Oses executa obras “Concerto Místico”, do brasileiro Alexandre Guerra, e “Sinfonia n.º 5”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, nos dias 20 e 21 de março, no Sesc Glória, em Vitória. Inspirada na figura mítica do mestre alquimista Hermes Trismegisto, a obra “Concerto Místico para Cello e Orquestra”, do compositor brasileiro Alexandre Guerra, será apresentada pela Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses), nos dias 20 e 21 de março, às 20h, no palco do Sesc Glória, Centro de Vitória. O repertório das duas noites inclui ainda “Sinfonia n.º 5”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky. Como solista convidado, a orquestra recebe o violoncelista André Micheletti, reconhecido por sua excelência musical e como professor na Universidade de São Paulo (USP). À venda na bilheteria do Sesc Glória e também on-line, neste link, os ingressos custam R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível). Com patrocínio do Instituto Cultural Vale, viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura (MinC), o espetáculo é uma realização é da Cia de Ópera do Espírito Santo (Coes), da Oses e da Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com a Fecomércio e Sesc. As obras O compositor Alexandre Guerra (1971) tem se firmado como um dos principais nomes da música clássica no Brasil, com larga experiência em trilhas para filmes e documentários. O seu “Concerto Místico para Cello e Orquestra” volta-se para a antiguidade, inspirado no mito de Hermes Trimegisto, o primeiro dos alquimistas, que teria vivido no Egito cerca de 15 séculos antes de Cristo. “O primeiro movimento, ‘O Mensageiro’, teve como inspiração a própria figura mítica de Hermes, enquanto ‘Polaridade’, segundo movimento, propõe que tudo tem dois polos, e o terceiro movimento, ‘Gênero’, sugere que o feminino e masculino se manifestam em todos os planos”, comenta o compositor. A “Sinfonia n.º 5”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, foi escrita em 1888 e concebida sob o signo do fatum, ou seja, conforme a submissão ante o destino ou ante a predestinação inelutável da providência. Nela, o compositor utiliza o princípio cíclico, com um mesmo tema, o do destino, que perpassa todos os movimentos. A atmosfera russa é perceptível – Tchaikovsky volta-se ao passado, à música tradicional russa –, porém, em vez de propor citações de motivos ou temas, ele os filtra e os transforma, moldando-os com sua própria linguagem romântica. O primeiro movimento se inicia com um tema que sugere, ao mesmo tempo, uma marcha e um coral e oscila entre uma ambiência de incertezas e uma atmosfera leve e plena de lirismo. O segundo movimento apresenta uma longa e inspirada melodia, sendo sucedido pelo terceiro movimento, uma elegante valsa. A obra é concluída com um finale no qual o tema cíclico reaparece totalmente transformado, afirmando-se sob a forma de um imponente coral. O solista Natural de Piracicaba, São Paulo, André Micheletti formou-se bacharel em Violoncelo pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e tem pós-graduações nos Estados Unidos. Mestre em Violoncelo e Pedagogia do violoncelo pela Northwestern University, em Chicago, sob orientação de Hans Jörgen Jensen, tem ainda duplo doutorado (em Violoncelo e em Violoncelo Barroco), pela Indiana University, sob orientação de Helga Winold, Nigel North e Stanley Ritchie. Também teve aulas particulares e master classes com Janos Starker. Foi bolsista da Capes-Fulbright em seus doutorados. Repertório: “Concerto Místico para Cello e Orquestra”, de Alexandre Guerra “Sinfonia n.º 5”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky Serviço: Pré-estreia e Concertos Sinfônicos Quando: 20/03 (quarta-feira) e 21/03 (quinta-feira) Horário: às 20h Local: Sesc Glória, Av. Jerônimo Monteiro, 428, Centro de Vitória Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 15 (conveniado), R$ 12 (cartão empresário) e R$ 10 (meia-entrada para comerciário ou mediante apresentação de 1kg de alimento não perecível) Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Oses Erika Piskac (27) 99283-1081 / (27) 99273-1875 comunicacao.coes@gmail.com Assessoria de Comunicação da Secult Tiago Zanoli / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli Telefone: (27) 3636-7111 Whatsapp: (27) 99753-7583 secultjornalismo@gmail.com / comunicacao@secult.es.gov.br

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