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26/09, às 20h

Série Pré Estreia

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Sesc Glória

Avenida Jerônimo Monteiro, 428 - Centro, Vitória - ES, Brasil

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R$ 20 (inteira)
R$ 15 (conveniado)
R$ 12 (cartão-empresário)
R$ 10 (meia-entrada e comerciário)
R$ 10 + 1kg de alimento (meia solidária)

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Fauré: 100 anos de Morte e Bruckner: 200 anos de nascimento

Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo - Oses

Gabriel Rhein-Schirato, regente

Solistas: Débora Faustino, soprano; Luciana Bueno, mezzo-soprano; Giovanni Tristacci, tenor; Alfonso Mujica, barítono.

Participações especiais: Coro Vox Victoria (Reg. Sanny Souza) e Coro Opus Libere (Reg. Cláudio Modesto).

Repertório:

Gabriel Fauré: Requiem, Op. 48

  • Introït et Kyrie: Molto largo

  • Offertoire: Allegro molto

  • Sanctus: Andante moderato

  • Pie Jesu: Adagio

  • Agnus Dei: Andante

  • Libera me: Moderato

  • In paradisum: Andante moderato

Solistas: Débora Faustino, soprano; Alfonso Mujica, barítono;

Anton Bruckner: Te Deum

  • Te deum laudamus: Allegro, Feierlich, mit Kraft

  • Te ergo quaesumus: Moderato

  • Aeterna fac: Allegro, Feierlich, mit Kraft

  • Salvum fac populum tuum: Moderato

  • In te, Domine, speravi: Mäßig bewegt

  • Fuge. Im gleichen gemäßigten Tempo/Alla breve

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Sobre a apresentação

O francês Gabriel Fauré (1845-1924) foi um dos mais importantes compositores da sua época, tendo sido aluno de Saint-Saëns e, posteriormente, professor de Ravel. Suas obras, ao mesmo tempo em que dialogam com o passado, trazem novas perspectivas - foi tradicional mas também inovador. O seu Requiem, Op. 48 foi escrito entre 1887 e 1890 e, segundo o próprio Fauré, é caracterizado pelo sentimento humano de fé no descanso eterno. Já em obras similares de Mozart e Verdi a morte é encarada com temor. Dessa forma, além de criar um ambiente de paz, ele conclui a obra com o texto In Paradisum, sugerindo que a morte seja um encontro idílico com a eternidade.


Anton Bruckner (1824-1896), compositor austríaco celebrado nesta temporada pelos 200 anos de nascimento, foi uma figura ímpar na história da música. Viveu durante o período romântico e a sua personalidade refletia a sua formação simples, de origem camponesa, impregnada de muita religiosidade e de insegurança. Autor de nove sinfonias e de várias obras sacras, Bruckner só ganhou reconhecimento tardiamente.


O Te Deum pode ser considerado um hino de louvor ou mesmo uma prece de agradecimento. Muitos compositores musicaram esse texto. Bruckner escreveu o seu Te Deum em 1884. Nele Bruckner expressa toda a sua gratidão e a sua fé, de maneira intensa, com ricas harmonias, melodias inusitadas e a participação valiosa dos solistas, contando ainda com a potência conferida pelo coro. Mahler, admirador da obra, teria escrito na capa da partitura: para anjos, abençoados pelos céus, corações puros e almas purificadas pelo fogo!


Gabriel Rhein-Schirato é graduado em piano e regência na Universidade de São Paulo (USP), com especialização e pós-graduação na Alemanha. Nos últimos anos, vem se firmando como um dos profissionais mais importantes do campo da ópera no Brasil, participando em montagens de grandes teatros como o Teatro da Paz, de Belém, e o Palácio das Artes, de Belo Horizonte, além de colaborar com projetos de formação de artistas e com a criação de novas óperas.


Débora Faustino iniciou 2023 protagonizando Cecí da ópera O Guarani, de Carlos Gomes, no Theatro Municipal de São Paulo. Debutou em 2013 no Carnegie Hall em Nova Iorque, como solista na peça The Mass of Children, de John Rutter. Em 2018, cantou Modistin em Der Rosenkavalier e foi uma das principais solistas da Missa de Bernstein regida por Roberto Minczuk no Theatro Municipal de São Paulo. No mesmo ano, esteve na Alemanha para interpretar Papagena em Die Zauberflöte e no México dando vida à personagem Micaëla em Carmen. Em 2022, Débora foi a vencedora do 1º lugar no concurso de canto Zola Amaro, em Porto Alegre, e 2º no concurso de canto Natércia Lopes, em Vitória. No Theatro São Pedro, em Porto Alegre, interpretou Pamina sob a batuta de Evandro Matté.


Alfonso Mujica é um barítono uruguaio dedicado à ópera, oratória, zarzuela e lieder. Seu interesse por compositores permitiu-lhe mergulhar nas obras de vários, com um enfoque especial em Gustav Mahler, um compositor com o qual ele se identifica fortemente. Ele estreou com a obra de Mahler no Teatro Colón em 2015 e também a apresentou no Uruguai, Brasil, Chile, Guatemala e El Salvador. Ele retornou ao Colón de Buenos Aires para "Carmina Burana", uma peça que também apresentou em Montevidéu, São Paulo, Quito, Mendoza e San Juan. Em 2019, ele assumiu o papel de Ping em "Turandot" e Marcello em "La Bohème" em 2022. Frequentemente se apresenta no Sodre e no Solis de Montevidéu, além de ter atuado na Itália, Espanha, Brasil, Colômbia, Argentina, Chile e na República da Geórgia.


Luciana Bueno foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro (Itália), tendo estudado repertório operístico com Abel Rocha e Vânia Pajares. Atualmente desenvolve seu repertório com Ricardo Ballestero. Chamou a atenção do público quando venceu o tradicional concurso Jovens Solistas, promovido pela OSESP, cantando sob regência do maestro Eleazar de Carvalho. Seu repertório sinfônico inclui participações como solista no Gloria de Vivaldi, Missa em Dó Menor e Requiem de Mozart, Messias de Häendel, Requiem de Verdi, com destaque especial à sua interpretação de Carmen, na ópera de Bizet, da qual se tornou intérprete bastante requisitada, apresentando-se em montagens no Teatro Alfa, Teatro Amazonas, Palácio das Artes, Theatro São Pedro, dentre outros.


Giovanni Tristacci tem sólida carreira nacional e internacional no meio da música lírica, presença constante nas principais casas de ópera do Brasil e em algumas casas da América Latina e Europa. Dentre os principais papéis interpretados destacam-se: Príncipe em O amor das três Laranjas (Prokofiev), Faust em Faust (Gounod); Tamino em Flauta Mágica (Mozart), Candide em Candide (Bernstein), dentre outros. É Bacharel em Canto pela UFRJ, pós-graduado em canto lírico no Conservatório do Liceu de Barcelona (Espanha) e possui especialização no Centro de Perfeccionamiento Plácido Domingo em Valência (Espanha) e Chapelle Musicale Reine Elisabeth, Bruxelas (Bélgica).



Coro Vox Victoria (Reg. Sanny Souza):

Sopranos: Sarah Vargas, Luana Shaeffer, Erica Brasil, Ingride Miranda, Patricia Coutinho, Conceição Milanez e Claudete Sarmento;

Contraltos: Christiane Aguiar, Dâmaris Lorenzoni, Virginia Lacerda, Sâmela Rocha, Ana Paula Chuengue, Estela Roldi, Ida Borchardt, Van Borges e Delita Meireles;

Tenor: Eduardo Rodrigues, Jônatas Misael, Hiago Sousa, Dalmo Amorim;

Baixo: Emyr Apolônio, Pedro Miranda, Raphael Piccinini, Lucas Storch, Felipe Siqueira

Pianista: Ramon Loreti

Preparador vocal: Max Michel Alves


Coro Opus Libere (Reg. Cláudio Modesto):

Sopranos: Josie Varejão, Patrícia Neves, Ilus, Nana Marchant, Maria Patek, Laura Karen e Ana Beatriz;

Contraltos: Cris Menandro, Flávia Carpanedo, Aline Lima, Ellen Smarzaro, Talita Santos, Salvadora Maldonado, Sonia Martins e Claudiane Candido;

Tenores: Olive Green, Marcos Oliveira, Lucas Sena, Lucas Prado, Marcio Diasi e Idésio Francischetto e Jailson Moura.

Baixos: Ernesto Charpinel, Weverson Cardoso, Bruno Oliveira, Luciano Barcellos, Jorge Wilson e Márcio Lima.

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